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Especial: Fase fálica e Complexo de Édipo na Psicanálise de Freud

Bem-vindos, leitores do Make It Clear Brasil, ao presente Especial. Aproveito esta introdução para agradecer pela audiência vinda dos quatro cantos do mundo. Então, Bienvenidos, Welcome, Bienvenue, Benvenuti, ようこそ (o Google Tradutor me disse que se escreve assim em japonês) — sintam-se em casa.

O Especial: Fase fálica e Complexo de Édipo na Psicanálise de Freud foi escrito atendendo a pedidos (na verdade, foi apenas um). Entrem as senhoras e os senhores também em contato com o blog via comentários, e-mail para o makeitclearbr@gmail.com, no facebook.com/makeitclearwp ou no meu perfil no Google+. Seu pedido de artigo conta com crédito intelectual pré-aprovado, não passa pela burocracia do telemarketing e só depende da aceitação de uma pessoa: eu.

Como de costume, não pretendo esgotar o tema abordado no post, e este sentimento de humildade e resignação é ótimo para o leitor. Espero que o(a) leitor(a) se sinta convidado a investigar o tópico utilizando fontes tão nobres quanto os textos originais e de especialistas. Como já prolonguei demais a introdução, tornemo-nos ao artigo.

Sobre Sigmund Freud

Sigmund Freud (1856-1939)

Sigmund Freud (1856-1939)

Sigismund (depois alterado para Sigmund) Schlomo Freud nasceu em 6 de Maio de 1856 em Freiberg, Morávia, hoje Příbor, na República Tcheca. Ainda jovem, mudou-se com a família para Viena, Áustria, onde foi educado até se formar em medicina pela Universidade de Viena.

Graduado, trabalhou no Hospital Geral da cidade antes de viajar a Paris, em 1885, para ser aluno do neurologista Jean Charcot. Voltando a Viena no ano seguinte, Freud passou a exercer a prática médica com foco em transtornos nervosos e cerebrais. A partir daí, seu contato com os pacientes e a análise de si próprio levaram-no a escrever suas aclamadas obras, pelas quais recebeu o apelido de “pai da psicanálise” (ver seção “Leitura recomendada”).

O ambiente científico no qual Freud trabalhou e viveu foi de crucial importância para suas teorias quanto ao desenvolvimento psicológico. A obra A Origem das Espécies, de Charles Darwin, foi de especial importância para os estudos sobre o comportamento humano ao colocar os seres humanos no contexto da ordem natural, lembrando que, previamente, a figura humana era vista como diferente das demais do reino animal por possuir uma alma imortal; agora, o ser humano só diferia das demais espécies em sua complexidade estrutural podendo, portanto, ser objeto de investigação científica.

Freud foi nomeado Professor de Neuropatologia na Universidade de Viena, posto que ocupou até 1938, ano em que mudou-se para Londres, Inglaterra, com sua família logo após a anexação da Áustria pelos nazistas. Diagnosticado com câncer desde 1923, Freud faleceu em Londres, em 23 de Setembro de 1939.

Instintos

Uma inspiração fundamental para o trabalho de Freud veio da física, particularmente do princípio de conservação da energia que deu origem à termodinâmica. Segundo o princípio, a energia de um sistema nunca é aniquilada, de modo que, quando movida de um lugar do sistema, reaparece em outro. Para Freud, a personalidade humana também é um sistema energético que conduz e conserva a “energia psíquica”, alvo dos estudos da psicanálise freudiana.

Como veremos, a energia psíquica é responsável por transtornos difíceis de explicar caso não admitamos a existência do inconsciente. O comportamento humano reflete, então, a instabilidade causada pela luta das energias estocadas no inconsciente que buscam aflorar na consciência. Tal energia é fruto de instintos categorizáveis em dois grupos: Eros, (instinto da vida) contempla os instintos de auto-preservação e erotismo; Thanatos, (instinto da morte) agrupa os instintos de agressão, crueldade e auto-destruição.

Freud salienta a importância dos impulsos sexuais para o comportamento. Apesar de o grupo de instintos Thanatos não ter motivação sexual, ele é caracterizado pelo encorajamento irracional à destruição da energia sexual (libido) na auto-aniquilação. O que mais espantou os pensadores contemporâneos a Freud foi a tese de que os instintos sexuais se manifestam já na infância. De acordo com Stephen Thornton, define-se a “sexualidade” como “qualquer forma de prazer que é ou pode ser extraída do corpo”. Assim, os impulsos que energizam o ser humano, desde seu nascimento, são movidos pelo desejo de obter e ampliar o prazer corpóreo.

Id, ego e superego

Vamos mais fundo nessa “batalha” energética conforme chegamos à teoria da personalidade. Segundo Freud, a personalidade humana é formada por três instâncias: id, ego e superego.

O id contêm os impulsos inatos, instintos, mais elementares. É composto por energias (ou pulsões) determinantes de desejos e anseios que não reconhecem normas sociais estabelecidas. As energias do id buscam a satisfação corpórea do organismo sem respeitar convenções.

Ao contrário do id, as demais instâncias não são inatas ao indivíduo. O ego é a parte da personalidade especializada em manter contato com o ambiente ao redor do indivíduo, de tal forma que é a porção visível de cada um de nós sujeita a regras e pressões sociais a fim de que se encontre um equilíbrio do “eu” com o que o rodeia.

Para auxiliar o ego em seu trabalho de socialização, existe o superego: uma entidade que serve de depósito às normas e princípios que norteiam o grupo social ao qual o indivíduo pertence. Aqui entram a cultura, as leis e normas representadas, inicialmente, pela família e, posteriormente, internalizadas pelo ser humano.

A dinâmica entre essas três dimensões da personalidade se dá como prossegue. As pulsões determinantes de desejos do id precisam chegar ao ego para que este possa suprimi-los. No entanto, a vasta maioria das energias do id não alcança o nível do ego porque são impedidas pelo superego sem que o indivíduo se dê conta das pressões. As barreiras morais internalizadas do superego subjugam as pulsões protegendo o ego e tornando possível o convívio em sociedade. Toda a energia dos impulsos subjugada pelo superego fica armazenada no que Freud definiu como o inconsciente. Marcus Vinícius da Cunha, professor associado da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, sustenta que “[e]stá no inconsciente tudo aquilo que o ego não sabe que existe, tudo aquilo que foi reprimido com base nas concepções morais internalizadas pelo indivíduo”.

Do parágrafo acima decorre que aquilo que reconhecemos como personalidade é apenas “a ponta do iceberg” de um emaranhado de impulsos reprimidos que vive no inconsciente, podendo emergir ao nível das nossas ações, escolhas e pensamentos sob a forma de neuroses, sonhos e sublimação.

A interpretação freudiana para os sonhos é a de que eles resultam da luta entre id e superego. Os conteúdos dos sonhos trazem à tona desejos não satisfeitos contidos no inconsciente filtrados pelo superego, de modo que não saibamos claramente o desejo inconsciente que gerou o sonho. O filtro é feito para aliviar as pressões do id sobre o indivíduo: o superego libera as energias do id com a condição de que não cheguem ao plano consciente tal como realmente são.

A sublimação é outro exemplo de mecanismo causado pela ação do superego sobre o id, no qual a energia reprimida é canalizada para um objetivo socialmente aceito, com o crivo do ego. Assim, indivíduos podem se destacar em certas esferas sociais como o esporte, a arte ou o intelecto graças ao acúmulo de energia psíquica destinado a elas.

Explica-se a neurose como um conjunto de energias reprimidas no inconsciente procurando uma “válvula de escape” para chegar à consciência, causando desequilíbrios e tormentos emocionais na pessoa. Assim como ocorre com os sonhos, as neuroses têm motivações ocultas, mas, ao contrário destes, sempre infligem sofrimento.

Precisamos conceituar apenas mais um ponto para que compreendamos as fases de desenvolvimento psicossexual, chegando aos tópicos propostos para o artigo (fase fálica e complexo de Édipo): a libido.

Libido

Como já vimos, Freud destaca a importância das energias de natureza sexual dentre as que compõem o id. Contra elas, segundo Cunha, erguem-se as barreiras morais que, internalizadas, formam o superego. Também vimos que a sexualidade pode ser definida como qualquer forma de prazer que é, ou pode ser, extraída do corpo. É exatamente aí que encontramos a libido: “uma energia de natureza sexual, componente do id, presente no ser humano desde o nascimento, […] que impulsiona a pessoa em busca de satisfação”.

Tem-se que a energia libidinal, ou sexual, no conflito que gera o ego, guia a teoria do desenvolvimento de Freud. A personalidade é vista pela teoria como marcada por forças de cunho sexual que agem a partir da infância.

A teoria do desenvolvimento psicossexual

A energia da libido precisa se concentrar em uma região do corpo, pela qual consegue obter satisfação. No desenvolvimento psicossexual, Freud identifica cinco fases marcadas pelas características a seguir:

Fase oral: esta primeira fase tem na boca o instrumento de realização sexual. Isto advém da maior evidência da região bucal ao nascermos, quando passamos a receber a nutrição via amamentação. Durante a fase oral, a criança entra em contato com o mundo exterior por meio da boca e constrói alguns traços de personalidade relacionados à mãe. Como não consegue distinguir o mundo que a rodeia — a mãe e os cuidados que ela fornece — do seu “eu”, a criança atribui a si mesma as ações que são dirigidas a ela. Dependendo das experiências que vive através da boca, o indivíduo começa a construir uma auto-imagem mais ou menos positiva ou negativa.

Fase anal: aqui, o controle da atividade excretória do ânus surge, conforme os pais treinam a criança a defecar em hora e lugar apropriados. Desloca-se a libido para a região anal e as experiências dessa fase despertam no indivíduo noções de disciplina, organização e obsessão pela dominação. Cunha adverte que as vivências das crianças com os adultos não produzem automaticamente o caráter dos filhos, uma vez que o fator decisivo é o modo como o indivíduo percebe subjetivamente o mundo, não o mundo por si mesmo.

Fase fálica: a terceira fase do desenvolvimento psicossocial será tema de uma dissertação mais ampla. As pulsões sexuais na fase fálica se concentram pela primeira vez nos órgãos genitais, no que se assemelha à maturidade sexual (fase genital). Nas palavras de Freud, “[e]ssa fase, […], onde se encontra um objeto sexual e uma certa convergência  das tendências sexuais sobre esse objeto, mas que se diferencia num ponto essencial da organização definitiva por ocasião da maturidade sexual: com efeito, ela apenas conhece uma única espécie de órgão genital, o órgão masculino[…]. Segundo Abraham (1924), seu protótipo biológico é a disposição genital indiferenciada do embrião, idêntica para ambos os sexos.”

Freud argumenta que, nesta fase, meninos e meninas estão preocupados com a distinção fálico/castrado. Eles descobrem as diferenças anatômicas entre os sexos com muita ansiedade, no sentido de que as meninas passam a sentir inveja do órgão masculino e, os meninos, convivem com o medo da castração (fato gerador do conflito de Édipo), pois imaginam que o pênis da menina foi cortado. O próprio Freud reconheceu que as conclusões a respeito da situação feminina na fase fálica tiveram pouco espaço na formulação das teorias psicanalíticas, a despeito de a situação vivenciada pelos meninos ter se difundido.

Complexo de Édipo

O menino tem forte ligação afetiva com a mãe desde a fase oral, quando passa a obter prazer libidinal pelo manuseio do seu instrumento sexual recém-descoberto. Para Freud, isto implica que o menino quer retribuir os cuidados da mãe usando o órgão pelo qual obtém prazer. É desnecessário dizer que a criança nada sabe para concretizar um ato sexual adulto, porém se satisfaz seu universo de fantasias com a pulsão sexual.

Quanto à (i)moralidade do incesto, podemos dizer que o superego nesta fase ainda não possui bases sólidas e que, por conseguinte, as normas sociais não foram plenamente internalizadas pelo menino, o que deixa o ego mais vulnerável às ambições do id.

Configura-se um triângulo no qual um ente se coloca no caminho da relação incestuosa entre o filho e a mãe: a figura paterna. O nome “complexo de Édipo” foi inspirado na tragédia grega de autoria de Sófocles (século IV a.C.), na qual o personagem Édipo mata o pai e se casa com a mãe, cumprindo uma profecia do Oráculo de Delfos.

O menino desenvolve um sentimento em relação ao pai que Freud não hesitou chamar de “ódio”. Salienta-se que a ausência do pai na família deve ser interpretada com exceção, ao invés de uma invalidez da teoria. Além do mais, como lembra o Dr. Hans W. Loewald, as palavras usadas por Freud para definir o desejo de aniquilação do pai, no inglês, “patricide” e “parricide” (“patricídio” e “parricídio”) têm significados levemente distintos. A primeira se refere estritamente ao pai biológico ou adotivo; a segunda remete a qualquer indivíduo que exerça a figura paterna como dominador e provedor.

Por outro lado, a menina, ao descobrir a ausência de um pênis, se sente inferior e culpa a mãe por sua tragédia, nutrindo por esta o sentimento de ódio.

O declínio, ou superação, do complexo edipiano

O pai impõe sobre o menino a ameaça de castração que o impede de satisfazer suas energias sexuais com a mãe. Com isso, vêm a profunda ansiedade e a dualidade de amar e odiar e figura paterna simultaneamente. Justamente por sentir ódio pelo pai, o menino passa a temer um castigo paterno como retribuição pelos sentimentos negativos dirigidos ao pai.

Com o tempo, o conflito entre o interesse narcisista no pênis e a ameaça de castração vinda do desejo libidinal conhece um vencedor: o órgão sexual. O ego do menino o defende da castração, desviando sua consciência do complexo de Édipo por intermédio do incremento do amor dirigido ao pai, com quem a criança começa a se identificar. O mesmo se passa no relacionamento menina/mãe, no qual a identificação com a mãe afasta o sentimento de ódio. Este processo é de suma importância para a sociedade, pois meninos e meninas, identificados com adultos do mesmo sexo, desempenhariam funções sexuais compatíveis com o socialmente “desejável”.

Porém, o conflito edipiano não é totalmente destruído, como seria o ideal nunca atingido. Ele submerge enquanto o desenvolvimento caminha para o período de latência. Os efeitos do superego (como a aversão ao incesto) começam a se fazer sentir na criança quando ela consegue reprimir a libido fálica, e tal repressão do id no inconsciente, tal deslocamento da energia psíquica, provocará efeitos patológicos mais tarde, na puberdade.

Loewald afirma que, não importa a proporção em que se aplicam repressão, sublimação e “destruição”, o complexo de Édipo retorna na adolescência, de forma que pode fazê-lo em outros períodos da vida de pessoas normais e neuróticas. Ele requer constante reprimenda, internalização e sublimação, enfim, modos de domínio do impulso durante toda a vida. O importante é que as fundações deste domínio repetido sejam estabelecidas durante o período de latência. Visto dessa maneira, o complexo não é completamente destruído, porém declina.

Período latente: a superação (ou repressão) dos sentimentos de ódio movidos contra pai (no caso dos meninos) e mãe (no caso das meninas) leva a criança ao quarto estágio de desenvolvimento psicossexual freudiano. A libido, que antes se concentrava em regiões específicas do corpo (mais de uma delas simultaneamente, inclusive), agora inclina o indivíduo ao contato com o ambiente ao seu redor. Isto ocorre porque a criança é inserida no contexto de aprendizado escolar, jogos, brincadeiras, esportes e tarefas escolares.

Temos o mecanismo da sublimação integrado à rotina da infância com a canalização da libido reprimida para fins socialmente condizentes. “A criança sente-se atraída para certo brinquedo, uma matéria escolar, uma atividade física, podendo inclusive destacar-se em um desses campos, dada a concentração de energia que ali se forma”, explica Cunha. O aproveitamento da libido determina o fenômeno da aprendizagem.

O cenário muda no início da puberdade. Agora, o desenvolvimento biológico da região genital retorna a atenção da libido em direção aos desejos infantis reprimidos no fim da fase fálica.

Fase genital: finalmente, chegamos à última fase delimitada por Freud. Distúrbios ao ego são consequência das alterações corporais e consistem em desejo incestuoso, sentimento de ódio ao pai e a ânsia de satisfação das pulsões orais e anais (a famosa crise da adolescência).

A forte ação do superego para barrar os impulsos sexuais entra em conflito com as energias do plano inconsciente, o que pode causar os surtos neuróticos comuns à idade. Inclusive, a figura do professor pode substituir a paterna na fase genital, o que explicaria reações negativas do aluno em relação às atividades escolares.

O término da fase genital coincide com a possibilidade de satisfação plena da libido dos órgãos genitais no contato afetivo com outra pessoa. É perigoso, no entanto, falar em término de conflitos no sentido psicanalítico, visto que pulsões são armazenados no inconsciente e podem retornar mesmo na fase adulta.

A título de conclusão, as teorias de Sigmund Freud têm implicações no desenvolvimento social humano. Quanto mais desenvolvida a sociedade se torna, maior é a repressão vista por Freud à libido, e maior o progresso sociocultural por conta da sublimação.

Referências

Cunha, Marcus V. (2008). “Freud: Psicanálise e Educação”. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro: Editora Lamparina, 2008.

Loewald, Hans W. (2000). The Waning of the Oedipus Complex”. The Journal of Psychotherapy Practice and Research, Outono, 2000. American Psychiatric Press, Inc.

BBC History: Sigmund Freud (1856-1939).

Internet Encyclopedia of Philosophy: Sigmund Freud (1856-1939).

Leitura recomendada

Freud, Sigmund. Sinopses dos Escritos Científicos do Dr. Sigmund Freud (1897). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud Vol.III. Rio de Janeiro. IMAGO 1988.

Freud, Sigmund. A Interpretação dos Sonhos. Vol I e II (1900). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud Vol.III. Rio de Janeiro. IMAGO 1977.

Freud, Sigmund. O Ego e o Id (1923). Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud Vol.III. Rio de Janeiro. IMAGO 1974.

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6 comments on “Especial: Fase fálica e Complexo de Édipo na Psicanálise de Freud

  1. trovador hodierno
    19 de Agosto de 2013

    Seria oportuno rebater as teorias de freud,e há vários pesquizadores em seu tempo,mas poderia começar com Kharl Jung.

    • Make It Clear Br
      20 de Agosto de 2013

      Sim, não seriam poucas as críticas. Como a curiosidade da leitora que sugeriu o assunto se limitava à fase fálica e ao complexo de Édipo, preferi não entrar nos méritos da teoria e na sua aplicabilidade. Portanto, fiz apenas um passeio assaz limitado pelo pensamento de S. Freud.

  2. :)
    1 de Outubro de 2013

    Muito obrigada sr. pelas informações, ajudou bastante sz

  3. Pingback: Freud, Golfinhos e mais: Os 10 artigos do Make It Clear mais lidos em 2013 | Make It Clear Brasil

  4. Tamyres Ribeiro
    22 de Agosto de 2015

    O complexo de Édipo se inicia na Fase Fálica, como diz a Bock… ou atinge seu auge nessa fase? E posteriormente é destruído.

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